Movimento

Edição nº1439 – sexta-feira, 30 de abril de 2021

1º de Maio em defesa da vida, do emprego e da democracia

Ato que reunirá centrais sindicais será virtual e transmitido pela TVT. “Estamos fazendo o que Bolsonaro não consegue: unir forças”, diz vice-presidente da CUT

reprodução

 

A CUT e outras oito centrais sindicais brasileiras – Força, UGT, CTB, CSB, NCST, CGTB, Intersindical e Pública – estarão unidas para realizar no sábado o “1º de Maio em defesa da vida, do emprego e da democracia”. A Contraf-CUT, representando a categoria bancária, reforçará a mobilização contra o governo Bolsonaro, que hoje representa uma ameaça à vida da população.

“É urgente uma união da classe trabalhadora para enfrentarmos a maior calamidade da história de nosso país. A pandemia atinge principalmente a população mais pobre, vítima desse governo nefasto. No dia da classe trabalhadora, é importante essa união das centrais sindicais e de todas as forças que lutam pela democracia. Queremos defender a vida, um auxílio emergencial decente e emprego. Não queremos um governo que ataca os bancos públicos e quer destruir a Caixa e o Banco do Brasil.  Isso só é possível com o Fora Bolsonaro”, declarou a presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. 

As centrais sindicais cobram neste 1º de Maio a defesa e o respeito à vida, o pagamento de auxílio emergencial no valor de R$ 600 até o fim da pandemia, vacinação em massa para toda a população, geração de emprego e renda, a defesa das empresas públicas e a luta contra a reforma administrativa, proposta do governo federal que destruirá os serviços públicos.

“A união das centrais em torno de um só objetivo é o que os trabalhadores mais precisam neste momento em que Bolsonaro pratica esse genocídio contra a população brasileira. Ao contrário do que sempre fez o presidente, que nunca foi um líder capaz de agregar forças para combater a pandemia e salvar vidas, o movimento sindical se une para defender os trabalhadores”, diz o vice-presidente da CUT, Vagner Freitas. “Ao invés disso, ele negligenciou a doença, deu mau exemplo causando aglomerações, não usou máscara, desdenhou da doença, estimulou o uso de medicamentos sem comprovação científica, além de brigar o tempo inteiro com governadores e prefeitos para defender seus interesses políticos para 2022”, completou. 

O 1º de Maio Unitário das centrais sindicais terá a presença de todos os presidentes das entidades, além de artistas, intelectuais e lideranças religiosas e políticas em uma live, que será transmitida, a partir das 14h, pela TVT e pelas redes sociais do movimento sindical.

 

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